124 razões pinhônicas

tumblr_static_tumblr_static_filename_640.pngEssa semana eu estive relendo fanfics de Harry Potter (especialmente fanfics de Draco/Harry) e me bateu uma saudadezinha do fandom! ❤ Por conta disso, resolvi desencavar a lista de 124 razões pinhônicas – ou as 124 razões pelas quais a gente sabe que Harry e Draco devem ficar juntos – porque…

Ora, porque não?

Certas coisas merecem ser passadas para as próximas gerações!

124 Razões Pinhônicas

1. “Sr. Potter, descasque o pinhão do Sr. Malfoy” <- razão SUPREMA. (O Prisioneiro de Azkaban, pg 105)
2. Porque o Snape sabe das coisas e o Snape é o padrinho do Pinhão.
3. Harry Potter e o Príncipe Mestiço. Precisa de mais?
4. Porque o Harry estava ficando canonicamente obcecado pelo Malfoy.
5. Porque você não nota o cabelo lindo, loiro, sedoso, macio e reluzente de alguém só porque esse alguém é seu inimigo. (O Príncipe Mestiço)
6. Porque o Harry nunca disse que o cabelo de mais ninguém é sedoso.
7. Porque a relação Harry e Draco no fundo se resume a uma coisa só: Tensão-Sexual-Não-Resolvida.
8. Porque a Tensão-Sexual-Não-Resolvida precisa virar Tensão-Sexual-Resolvida.
9. Porque eles podem continuar se odiando mesmo se amando.
10. Porque o Harry é tão heterossexual que o primeiro beijo dele com uma menina foi indescritivelmente… “úmido”. (Ordem da Fênix, pg 376)
11. Porque o Harry fala com “cobras”…
12. Porque o Draco é mais importante do que o jogo de Quadribol. (Príncipe Mestiço)
13. Porque é o único shipper que tem uma cena na Torre de Astronomia. E todo mundo que já leu uma fanfic sabe o que acontece na Torre de Astronomia… (O Príncipe Mestiço, pg 458)
14. Porque o Harry precisa ver onde o Malfoy vai secretamente… (O Príncipe Mestiço, pg 306)
15. Porque o Draco jura que ainda vai pegar o Potter.
16. Porque ninguém fala “Potter” como o Malfoy.
17. Porque até o Ron sabe dos sentimentos do Jerry pelo Malfoy. (O Príncipe Mestiço, pg 327)
18. Porque o Draco não se veste de dementador para mais ninguém. (Prisioneiro de Azkaban, pg 213)
19. Porque o Draco nunca se arriscou a perder tempo e chegar atrasado no grande banquete de entrada só para quebrar o nariz de alguém. (Príncipe Mestiço)
20. Porque o Harry nunca se arriscaria a tal ponto só para ter seu nariz quebrado por alguém.
21. Porque o Harry olha estranho para as garotas junto com o Draco antes daquele jogo. (O Príncipe Mestiço, pg 323)
22. Porque as garotas olham desconfiadas pro Harry.
23. Porque o único “enigma” de HBP é como o Harry conseguiu se lembrar de comer e dormir enquanto ficava pensando no que o Draco ia fazer para ferrá-lo.
24. Porque os opostos se atraem.
25. Porque, se você parar para pensar, “Potty” até que é um apelido carinhoso. Para os padrões de um Malfoy.
26. “Knowing and hating Malfoy…” é uma sentença que diz bastante.
27. Porque ninguém fala “Shut up, Malfoy!” como o Harry.
28. Pelo aperto de mão que não aconteceu. (A Pedra Filosofal, pg 96)
29. Porque Leão e Gêmeos combinam astrologicamente.
30. Porque Draco fala demais no Harry.
31. Porque Harry pensa demais no Draco.
32. Porque Hermione parece só não ter enchido o Harry de conselhos quanto à Ginny em O Príncipe Mestiço porque sacou que o negócio dele era outro.
33. Porque Harry Potter e O Príncipe Mestiço não passa de uma big fic slash Harry/Draco.
34. Porque o Draco tem veela powers.
35. Porque ninguém pergunta a um “inimigo” “Aonde é que você vai?” quando o está seguindo… principalmente se ele está com duas garotas. (O Príncipe Mestiço, pg 323)
36. Porque depois de tantos anos, Draco ainda fica magoado e com ciúmes no final de Cálice de Fogo pelo seu Harry ter escolhido outros amigos, não ele. Se isso não é paixão, não sei mais o que é! (O Cálice de Fogo, pg 579)
37. Porque o capítulo onde Harry é “petrificado” (hohoho) por Malfoy foi claramente censurado. Muita coisa rolou além de um chute no nariz. Daí a obsessão. (O Príncipe Mestiço, pg 123)
38. Harry Potter desconfia de Snape. Porém, obsessão, só por Draco Malfoy. Nota a diferença?
39. Porque aquela história de “Arrumou uma namoradinha, Potter?” foi ciúmes mal contido. (A Câmara Secreta, pg 204)
40. Todo mundo sabe que o Harry só fica com jogadores de quadribol. A Chang, a Ginny…
41. Porque ninguém provoca no Harry o mesmo efeito que o Draco. E ninguém provoca no Draco o mesmo efeito que o Harry.
42. Por causa das mãos do Potter…
43. Porque você não nota como seu inimigo está abatido só porque você o odeia. (O Príncipe Mestiço, pg 372)
44. Porque o Harry ficou chocado demais ao ver seu inimigo frio e insensível chorando com desespero. (O Príncipe Mestiço, pg 409)
45. Porque quem espera sempre alcança, e o Draco passou seis anos esperando ser notado pelo Harry.
46. Porque nada mais “entre tapas e beijos” do que o Pinhão.
47. Porque o Harry ficou preocupado com o Draco quando lançou o Sectumsempra nele. (O Príncipe Mestiço, pg 410)
48. Porque o Harry não ficou rapidamente obcecado por mais ninguém. (O Príncipe Mestiço, pg 306)
49. Porque as reações do Ron são sempre divertidas.
50. Pois o Malfoy foi o primeiro bruxo da sua idade que Harry conheceu, e amor à primeira vista é o clichê que J.K. adora usar. (A Pedra Filosofal, pg 70)
51. Porque os dois têm alguma relação com cobras *Harry fala com elas e Draco é um sonserino*
52. Porque o Hagrid é um puta amigo do Harry, mas ele não teve coragem de quebrar o Draco quando esse chamou o grandão lá de imbecil. (A Pedra Filosofal, 71)
53. Porque o Malfoy é o único pomo de ouro que o Harry ainda não conseguiu agarrar.
54. Porque JK gosta de provocar o slashfandom e inventou-os assim de propósito.
55. Porque a popularidade do Pinhão é maior que a de muitos casais efetivamente formados nos livros.
56. J. K. já disse que estranha tantos gostarem do Draco. Ele é mau, não é? E J. K. sempre mostra nos livros que o Harry adora perigos.
57. Porque, quando o Harry vê a Ginny, o monstro do estômago dele dança a conga. Quando ele vê o Draco, fica tão absorto que nem percebe os monstros. (O Príncipe Mestiço, pg 419)
58. Porque nenhum outro shipper causaria tanta discórdia se os dois resolvessem se assumir.
59. Porque Draco Malfoy é o único basilisco que o Harry não consegue dissuadir.
60. Porque depois de tanto ódio e obsessão acumulada por seis anos, bastou ver o Draco baixar a guarda para o Harry perdoá-lo. E como todos sabem, o amor perdoa tudo. (As Relíquias da Morte)
61. Porque não adianta nada sobreviver se você não se diverte um pouquinho.
62. Para um jovem tão refinado, ocupado, superior e sangue-puro, Draco se interessa demais por um amante de trouxas mestiço de testa rachada.
63. Para um grifinório nobre e corajoso, Harry se interessa demais por um metidinho ordinário.
64. Porque Pinhão faz bem pra saúde: te deixa feliz e ocupa tua mente.
65. “Aonde é que vc andou?” indagou Gina. 
“Encontrei Malfoy”
“E daí?’ 
“E daí que eu queria saber por que ele estava no castelo com duas garotas enquanto todo mundo está aqui embaixo…” 
“E isso faz diferença agora?” 
“Bem, provavelmente não vou descobrir, não é mesmo?” 
Porque essa cena fala por si só! (O Príncipe Mestiço, pg 323)
66. Porque alguém precisa explicar pro Harry como fazer para domar o seu cabelo.
67. Porque o nome dos dois juntos fica uma graça se vocês os juntar: Sr Draco Potter, Sr Harry Malfoy.
68. Porque, se você pensar um pouco, há pistas desde o primeiro livro.
69. Porque a obsessão é uma coisa linda.
70. Porque até os críticos de literatura já perceberam.
71. Porque Pinhão é mais divertido do que muito casal hétero.
72. Porque, se por algum milagre da natureza eles tivessem filhos, eles seriam lindos!
73. Porque, sendo clichê, a linha que separa o amor do ódio é muito fina. Mesmo.
74. Porque o Draco é a única pessoa que trata o Harry da maneira que ele sempre quis ser tratado: como um garoto normal.
75. Porque o Draco precisa de alguém que saiba colocá-lo em seu lugar.
76. Porque o Harry precisa de alguém que saiba colocá-lo em seu lugar.
77. Porque quando o Dumbledore fez o discurso sobre a morte do Cedric, o Grande Salão inteiro se voltou para olhar para ele… enquanto o Harry olhava para o Malfoy. (O Cálice de Fogo, pg 574)
78. De Harry Potter e o Cálice de Fogo, pg 201: “Viktor Krum e seus amigos tinham se acomodado na mesa da Sonserina. Harry podia ver que Malfoy, Crabbe e Goyle pareciam muito satisfeitos por isso. Enquanto ele olhava, Malfoy se inclinou para falar com Krum.” Música de fundo: “Mas eu me mordo de ciúmes…”
79. Porque a voz do povo é a voz de Deus e a seção com mais postagens do fórum é a nossa.
80. Porque o “You’re pathetic” do Harry no filme não engana ninguém.
81. “You think you’re such a big man, Potter,” said Malfoy, advancing now, Crabbe and Goyle flanking him. “You wait. I’ll have you.” (Ordem da Fênix, pg 750, Australian edition)
82. Porque o Harry faz o Dobby ficar sem dormir pra poder vigiar o Draco e trazer notícias pra ele em primeira mão. “Quero saber onde ele vai, com quem se encontra e o que faz. Quero que o sigam vinte e quatro horas por dia.” (O Príncipe Mestiço, pg 330)
83. De O Príncipe Mestiço, pg 119: “e ficou observando Pansy alisar para longe da testa os cabelos louros e sedosos de Draco…”. Ahá!
84. Porque até papi Lucius sabe que Draquinho é louco pelo Potty. Trecho da Câmara Secreta, pg 49:
Draco: …wonderful Potter with his scar and his broomstick’ 
Lucius: ‘You have told me this at least a dozen times already.’ 
85. Draco, em O Prisioneiro de Azkaban: “The Dementors send their love, Potter!” Dementadores. Ha. Quem você pensa que engana, Malfoy? Então é por isso que você foi se vestir de dementador depois, hein?
86. “Mas e a garota Weasley? Que é que ela tem de especial?” (O Príncipe Mestiço, pg.120) Oh, ciúmes! (porque o Draco e mais meio mundo sempre souberam da quedinha da Ginny pelo Harry).
87. Porque enquanto Celestina Warbeck se esgoela no rádio cantando canções caldeirões, amores quentes e fortes e corações quebrados, o Harry decide conversar com Ron e Mione sobre… o Draco. XD (O Príncipe Mestiço, pg 259)
88. Porque quando o Harry está com raiva, ele sempre culpa primeiro o Malfoy ou algo ligado a ele.
89. Comentário da Rowling ao ouvir uma pergunta sobre se o Draco poderia ser redimido no final do sétimo livro: “Oh, you girls and Draco Malfoy…” (*roda os olhos*). Ou seja, esse desdém todo só pode ser explicado porque no fundo ela sabe que o Draco não gosta de garotas…
90. Porque se não houvesse o Draco em Harry Potter, não haveria alguém para o Harry amar e odiar ao mesmo tempo, um amante e inimigo, uma obsessão, que nunca será passageira. Ou seja: se não houvesse Draco em Harry Potter, HP não seria o original HP!
91. De “Pedra Filosofal”, Malfoy marcando o duelo de bruxos com o Potty (fora de contexto, porque contexto é para os fracos): “I’d take you on any time on my own,” said Malfoy. “Tonight, if you want”. Não se preocupa nem em disfarçar, hein, Malfoy?
92. E aquela história dos garotos sempre pegarem no pé de quem gostam, ahn? E tem alguém que pegue no pé de Harry mais que Draco? Sua vida escolar parece se resumir a isso.
93. Gina teve de praticamente virar a popular da escola, virar a fodona no quadribol, conseguir um ar “cool” e ficar com metade dos garotos pra ser finalmente notada por Harry apenas no sexto ano. Draco foi desde a primeira vista.
94. “For the last time, just forget about Malfoy” Hermione para o Harry em O Príncipe Mestiço, pg. 473, edição americana. Porque o Harry está pior do que adolescente apaixonada, não consegue falar de outra coisa…
95. Porque Harry é o único a despertar o alter ego boxeador de Draco Malfoy.
– Você se acha um grande homem, Potter – disse Malfoy avançando agora, ladeado por Crabbe e Goyle. – Espere só. Vou arrebentar você. Pensa que pode meter meu pai na prisão… Ordem da Fênix, pg 688.
96. Porque Harry aprendeu a ser sarcástico com Draco.
– Você vai me pagar – disser Malfoy em um tom que era quase um sussurro – Vou fazer você pagar pelo que fez ao meu pai…
– Bom, agora fiquei aterrorizado – disse sarcatiscamente. (Ordem da Fênix, pg 688)
97. Porque eles discutem a relação no meio do corredor de Hogwarts.
Harry acabara de descer o último degrau de mármore para o Saguão de Entrada quando Malfoy, Crabbe e Goyle surgiram por uma porta direita que ele sabia que elevava à sala comunal da Sonserina. Harry se imobilizou; o mesmo fizeram Malfoy e os outros. Os únicos sons que se ouviam eram os gritos, as risadas e os mergulhos que entravam no saguão pelas portas abertas. 
Malfoy olhou para dois lados – Harry sabia que o garoto estava verificando se havia professores – e depois para Harry, e disse em voz baixa. 
– Você está morto, Harry. (Ordem da Fênix, pg 687).
98. Harry pensa que a idéia de seguir Zabini com sua capa de invisibilidade para poder espiar o que Malfoy estava fazendo no compartimento do trem indo para Hogwarts é “imprudente, mas potencialmente maravilhosa” (O Príncipe Mestiço, pg 118). Em outras palavras: Voyeur Perva Pride!
99. Porque o Slughorn, como bom sonserino que é, tentou avisar o Malfoy de como Potter estava gamado nele e que podia ser perigoso se ele não retribuísse: “Ah, sim – (Slughorn) confirmou solenemente com a cabeça para Malfoy e Nott, que riam, descrentes – Quando vocês tiverem visto tanto da vida quanto eu, não subestimarão o poder do amor obsessivo”. (O Príncipe Mestiço, pg 148). E nós sabemos que professores de poção manjam tudo de pinhão. (até rimou!)
100. Porque o Draco não apenas fica com ciúmes do seu Harry ter sido convidado por Slughorn para uma festinha como ainda dá a maior bandeira dos seus verdadeiros sentimentos por Harry “My Precious” Potter. “Potter, o precioso Potter, obviamente ele queria dar uma olhada no ‘Eleito’ – desdenhou Malfoy” (O Príncipe Mestiço, pg. 120). Desdenhou. É claro.
101. Amortencia é a poção de amor mais potente do mundo, certo? E Hermione explica que o cheiro dela para cada um é diferente, de acordo com o que atrai essa pessoa. Agora, olhem só que coincidência: Harry estava comendo torta de caramelo no banquete do Grande Salão quando olhou para Malfoy e “sentiu suas entranhas escaldarem” (Entranhas, é?). Logo em seguida, ele pensou: “O que não daria para enfrentar Malfoy de homem para homem” (O Príncipe Mestiço, pg. 131). Agora, quando o Harry sente o cheiro de Amortencia na aula do Slughorn, no que é que ele pensa? Isso mesmo, senhoras e senhores, “torta de caramelo”. E, não menos sugestivamente, “resina de madeira em cabo de vassoura” (pg. 146). Cabo de vassoura. Resina de madeira. Draco Malfoy suado depois de um treino de Quadribol. Provavelmente coberto de torta de caramelo. Eu não falo mais nada…
102. Porque na manhã do enterro de Dumbledore, enquanto deus e o mundo estavam deprimidos pela despedida do velho, o Harry está pensando… no Draco! “Toda animosidade convergia para Snape, mas [Harry] não esquecera o medo na voz de Malfoy no alto da torre. Harry não acreditava que Malfoy teria matado Dumbledore. Continuava a desprezar o garoto pela sua fascinação pelas Artes das Trevas, mas uma minúscula gotinha de piedade já se misturava ao seu desagrado. Perguntava-se onde estaria Malfoy agora, e o que Voldemort estaria obrigando-o a fazer, sob ameaças de morte a ele e à sua família”. Minúscula gotinha? Sei. E obviamente a última parte foi editada. Ele se perguntava também com quem Malfoy estaria, se seus cabelos continuavam sedosos, se ele ainda estava interessado na sua torta de caramelo… (O Príncipe Mestiço, pg 501)
103. Porque o Harry VOLTA para salvar o Draco do incêndio. (Relíquias da Morte)
104. Porque Draqueeenho mente para papai que não reconheceu o Pottah para salvá-lo (*confirmado pela J.K.*) (Relíquias da Morte)
105. Porque o Draco se agarra com tanta força ao Harry que dói. (Relíquias da Morte)
106. Porque quando o Harry limpa o malão dele, os caquinhos do espelho que Sirius deu pra ele viraram purpurina, nas palavras da nossa incrível e amada tradutora. (Relíquias da Morte)
107. Porque quando Harry vê Draco torturando o comensal através da mente de Voldemort, a face fina e pálida do sonserino fica “gravada em sua retina”. (Relíquias da Morte)
108. Porque o Harry pensa no Draco como… DRACO. (durante praticamente toda a série)
109. Porque o Potter ganhou a varinha do Draco. A Tia JK mesmo disse,a varinha do Draquinho PERTENCE ao Pottah…não à mulher dele! (Relíquias da Morte)
110. Porque, na sala precisa, o Draco surta pede em capslock para que o Crabbe e o Goyle “DON’T KILL HIM”. Porque é lógico que ele não suportaria que nada acontecesse com um fio de cabelo bagunçado do Pottah. (Relíquias da Morte)
111. Porque já diz a sabedoria do fandom que é a varinha que escolhe o bruxo. E o seu namorado.
112. Porque todo mundo sabe que rolou uma encoxada nervosa naquele vôo de vassoura. (Relíquias da Morte)
113. Porque aquele aceno de cabeça do Draco para o Harry no epílogo totalmente quis dizer: “Te encontro daqui a meia hora no lugar de sempre, Cicatriz”. (Relíquias da Morte)
114. O capítulo do “Sectumsempra” (aka Tensão Sexual Não-Resolvida) de O Príncipe Mestiço (aka a Bíblia do Pinhão) é curiosamente o de número vinte e quatro. (pg 403)
115. Porque o Harry é tão heterossexual que foi um dos pouquíssimos garotos no Salão Principal a ficar totalmente indiferente aos veela powers de Fleur Delacour, em O Cálice de Fogo. (pg 203)
116. “Harry estava tão ocupado em observar Malfoy que não reparou que Goyle se esticara para alcançar seu malão” (O Príncipe Mestiço, pg. 122). Certo, porque o Goyle é realmente uma pessoa muito pequena e fácil de passar despercebida, especialmente se ele estiver se esticando na sua frente. Isso quer dizer uma coisa, basicamente: Pottah estava tão ocupado secando o Draco que podia passar uma manada de hipogrifos dançando balé na frente dele que ele não iria nem reparar.
117. “Ginny: – (…)Melhor ainda, Malfoy não vai jogar, está doente!”
“-Quê! – exclamou Harry, virando-se para olhar Gina. – Está doente? Que é que ele tem? (O Príncipe Mestiço, pg. 230)” Isso, Pottah, porque quando o resto do time está comemorando a ausência de um jogador do time rival o normal é mesmo se preocupar em saber o que o mencionado jogador de cabelos loiros sedosos tem.
118. “Harry retribuiu (Ginny) com um sorriso distante, mas, ao vestir o uniforme vermelho, seus pensamentos estavam longe de Quadribol. Uma vez Malfoy alegara que não podia jogar por causa de um ferimento, mas naquela ocasião conseguira que a partida fosse remarcada para uma data mais conveniente à equipe da Sonserina. Por que agora estava deixando um substituto jogar? Estaria mesmo doente ou era fingimento?”. Foco, Pottah, foco! (O Príncipe Mestiço, pg 203)
119. Na aula de aparatação, Harry aproveita a bagunça ao redor para se posicionar “atrás de todo mundo” e “bem perto de Malfoy”. Porque obsessão pouca é bobagem. (O Príncipe Mestiço, pg 301)
120. Harry mata aulas e faz visitas “desnecessárias” ao banheiro porque fica pensando no Draco e vai para espiar o nome dele no mapa do Maroto e saber o que ele estava fazendo. Sou só eu ou mais alguém entende o subtexto dessa cena? XD (O Príncipe Mestiço, pg 304)
121. E agora a prova de que J.K. Rowling deliberadamente coloca mensagens subliminares para as slashers nos livros. Descrição da cena do Sectumsempra em inglês: “Blood spurted from Malfoy’s face and chest as though he had been slashed with an invisible sword”. Porque a Rowling sabia que por causa dessa cena o Draco ia ser “slashed” com o Pottah mais do que nunca. Só faltou o lacinho vermelho e a dedicatória da J.K.
122. Porque o Draco faz um bottom com o nome do Harry só pra poder usar. XD (O Cálice de Fogo, pg 238)
123. A Ordem da Fênix, pg 96: o Harry vê a árvore genealógica dos Black e NEM POR UM SEGUNDO percebe que a família dele está na árvore, ali, pertinho dos avós do Sirius. Não… Pra quê prestar atenção num Potter se tinha um Malfoy ali pertinho?
124. Todas as anteriores e mais infinitas razões posteriores.

Porque ninguém duvida que Harry e Draco deveriam ficar juntos!!!

Um beijo e até a próxima.

Malu Chan

Bullet Journal

E na minha incansável jornada atrás de uma forma de me manter mais organizada, eu encontrei o bullet journal, uma coisa que mistura agenda, caderno de anotações, calendário, diário e o que mais você queira. Eu descobri o bullet journal através desse link do buzzfeed (que está em inglês, eu sei, mas eu vou falar sobre a maioria do que está lá aqui nesse post) e fui procurar algumas referências no instagram sobre esse negócio (aqui, aqui e aqui são os meus favoritos).

Mais especificamente falando, o bullet journal é um método de organização em que você coloca TUDO o que você precisa/quer em formato de “bullet points” – ou seja, listas com tópicos sucintos. A ideia aqui é que você não “perca muito tempo” (entre aspas porque essa ideia do tempo é uma outra discussão) com as suas anotações, sempre preferindo frases curtas às longas sentenças.

Ele geralmente vai começar com um índice, que você deixará em branco para ser preenchido depois. Esse índice tem como objetivo facilitar que você encontre as suas anotações – é para isso, inclusive, que todas as páginas do seu journal recebem uma numeração. Veja os exemplos.

Além do índice, é muito comum você encontrar sessões de aniversários, planejamentos futuros, planejamentos mensais e o registro diário – este último sendo o local onde você vai escrever suas listas de afazeres e notas do dia. O bom do bullet journal é que ele é personalizado por quem o está utilizando. Essas sessões, então, podem ser modificadas pela própria pessoa da forma que lhe for mais conveniente.

Pessoalmente falando, eu tentei dar uma chance para a ideia, mas não fiquei muito convencida. Não sei se era o caderno que eu utilizei (com pautas) ou se o “freestyle” realmente não é pra mim, mas não consegui me adaptar.

Nesse ano de 2017, inclusive, comprei um planner (a.k.a. uma agenda diferente, grande e cara) e estou AMANDO. A estrutura fixa, já com todos os meses/dias apontados me deixa muito mais tranquila na hora de manter meus compromissos em ordem.

No ano que vem eu estou planejando misturar a ideia do planner com o bullet journal – quero criar algo que tenha mais a minha cara e as “sessões” que eu realmente preciso, mas já deixando organizado todos os dias/meses do ano para que eu não me perca.

Para quem não gosta muito de agenda porque a considera muito rígida ou fixa, o bullet journal parece ser um ótima ideia de organização que não prende muito a mão de quem o está utilizando.

Um beijo e até a próxima.

Malu Chan

#minhaopinião: Casa Palmer – Bicéfalo

Outro dia eu escrevi aqui sobre Licópolis, o primeiro volume da série Casa Palmer, lançado pela Simone Lore e pela Lud Mills em 2015. Eu lembro que comentei algo sobre o livro ser “aquela coisa que a gente gosta tanto que precisa dividir com o mundo”.

Pois então.

Bicéfalo, o 2º volume da série, é possivelmente MELHOR que Licópolis.

A história de Bicéfalo começa bem na continuação de onde o 1º livro parou, contando mais sobre o funcionamento da Casa Palmer e suas articulações para a vingança contra a morte dos lobos. Nós conhecemos um pouco mais, também, do “resto do mundo” – os membros da Casa Palmer se veem obrigados a viajar para outras casa por conta de eventos sociais e, nesses momentos, coisas muito legais (que eu não vou spoilar aqui agora) acontecem.

Como eu disse no vídeo de review, a relação entre os dois livros é muito próxima – no 2º volume nós vemos o desenrolar de vários conflitos que surgiram em Licópolis.

Alguns novos personagens aparecem também, aumentando o universo da história e trazendo um pouco mais de entendimento para ele, mas o final do livro é simplesmente de tirar o fôlego.

MELDELS.

Sem spoilers, o que eu posso dizer é que não estou me aguentando de tanta tensão para que elas lancem o terceiro volume logo para que eu possa ler.

Um beijo e até a próxima.

Malu Chan

Diário do Debatedor #05: Extensão e Whip

As últimas “funções específicas” do debate competitivo são a Extensão e o Whip.

A extensão é o papel exercido pelos 3º membros, tanto de defesa quanto de oposição, e consiste em trazer uma nova perspectiva ao debate. E é bom já deixar claro que uma nova perspectiva é muito diferente de novos argumentos.

Novos argumentos devem ser apresentados por (quase) todos os debatedores.

A ideia por trás da extensão é fazer uma renovação do debate e mostrar como aquele assunto que está sendo discutido influencia vários interesses e setores da sociedade – como saúde, educação, política, economia, diferenças sociais, etc.

Nota-se que, idealmente, a segunda dupla não deve contradizer aquilo que foi dito pela primeira. Contudo, é através da extensão que ela vai demonstrar que é uma dupla independente, com contextos novos e novas visões para o debate.

O whip, por sua vez, é a função exercida pelos 4º membros de defesa e de oposição. Nela, os debatedores irão explicar para a plateia quais foram as ideias apresentadas ao longo do debate e porque as ideias trazidas pelo seu lado (e principalmente pela sua dupla) foram as que mais se sobressaíram quando da discussão.

Vale ressaltar que o whip é mais que um mero relatório do que ocorreu no debate, onde serão apresentados ponto a ponto os argumentos trazidos pelos membros anteriores. Ele é algo mais fluido, mais dinâmico do que isso. A chave para se entender o sentido dessa função é o “confronto de valores”.

Apresentar um relatório de argumentos não é necessariamente errado, mas é um discurso pobre, que vai apenas repetir tudo aquilo que já foi dito. Ou seja, ele não vai efetivamente esclarecer quais foram os pontos centrais daquele debate.

É bom lembrar, também, que esses 4º membros estão proibidos de trazer, por si próprios, linhas argumentativas novas ao debate. Eles devem, sim, responder Pontos de Informação (mesmo que os PI’s sejam sobre algo que não foi trazido anteriormente no debate) e refutar as ideias apresentadas pelos debatedores anteriores, e podem, inclusive, complementar argumentos anteriormente postos pelos companheiros de bancada. Contudo, em todos esses casos, devem ficar atentos ao discursar para garantir que os juízes percebam que os argumentos ali apresentados não são novidades no debate.

Um beijo e até a próxima.

Malu Chan

Harajuku

Sabe aqueles locais que você é louco para conhecer? Se você gosta de moda de rua e de cultura japonesa, a região de Harajuku, em Tóquio, deveria ser um desses locais.

Localizada ao redor da estação de Harajuku, no bairro de Shibuya – famoso por ser um grande centro de compras –, Harajuku é uma região que ficou bem famosa a partir dos anos 90, por conta da grande quantidade de artistas de rua ou pessoas vestidas de forma extravagante que ali se reuniam.

Hoje o local é um dos grandes centros da moda de rua japonesa, com várias butiques, brechós e lojas de marcas famosas. Estilos como Lolita, Decora e Gyaru nasceram naquele local.

É também um conhecido como um ponto de encontro de jovens japoneses, em razão dos inúmeros cafés, turistas e pessoas que querem se expressar através de suas roupas ousadas e diferentes.

Um beijo e até a próxima.

Malu Chan

#minhaopinião: Wish

Na lista de mangás “fofinhos” que eu gosto muito, vou recomendar para vocês Wish, do Clamp, lançado aqui no Brasil pela JBC em 2015.

O mangá conta a história de Kohaku, um anjo que está na Terra para cumprir uma missão para Deus. No meio do caminho, ele acaba tendo um problema e fica preso, até ser salvo por um humano – o médico Shuichiro. Em agradecimento, Kohaku quer realizar um desejo que Shuichiro tenha, mas ele se recusa, afirmando que não possui nada que ele queira ver realizado. O anjo, então, decide ficar com o humano até que possa realizar esse desejo.

A história, é claro, possui algumas reviravoltas – inclusive com alguns demônios que também começam a morar na casa do Shuichiro (e que estão mais para o estilo “pregar peças” do que “vou te levar para o inferno”). Nós descobrimos também qual era a missão original dada ao Kohaku por Deus, e ela apresenta uma grande complicação.

Em geral é um mangá bem bonitinho, bem fofinho. O final, contudo, eu achei meio “hã?”, bem no estilo CLAMP de ser. É um mangá que eu recomendo para todos que gostem de histórias do CLAMP, romance ou até mesmo histórias de fantasia levinhas e divertidas.

Um beijo e até a próxima.

Malu Chan

Abertura da lente e velocidade do obturador

E seguindo na linha de “como controlar a luz na hora da fotografia”, nós temos a abertura da lente (ou abertura do diafragma) e a velocidade do obturador, que são duas das formais mais simples de garantir que sua foto vai ficar como vocês deseja.

A abertura da lente refere-se ao tamanho que a sua lente/diafragma vai abrir quando o disparador for acionado. É quase como se fosse a pupila do nosso olho (olha aí a comparação com o olho de novo!), que aumenta de tamanho quando tem pouca luz e diminui quanto tem muita luz.

Na lente funciona da mesma forma: quanto maior for a abertura, mais luz vai entrar; e quanto menor for a abertura, menos luz entra. Por isso, em dias ou locais muito claros, você pode usar aberturas menores, para não superexpor a sua foto. Por outro lado, à noite ou em locais mais escuros, recomenda-se a utilização de aberturas maiores, para a foto ficar melhor iluminada.

A abertura máxima do diafragma é indicada na própria lente (afinal, é uma característica diafragma.jpgda lente, e não da câmera) pelo número de “f.”. Mas é importante saber duas coisas sobre esse “f.”:

  1. Quanto menor o valor de “f.”, mais aberta a lente pode ficar; e quanto maior o valor de “f.”, menor será a abertura – é uma relação INVERSA.
  2. Lentes do tipo “zoom” possuem valores máximos de “f.” variáveis. Nesses casos, o primeiro “f.” é maior abertura no zoom mínimo e o segundo “f.” é a maior abertura no zoom máximo. Exemplo: em uma lente 18-55mm (que possui zoom variável entre 18mm e 55mm) com f.3,5-5,6, quando o zoom está em 18mm, o “f.” máximo será de 3,5. Por outro lado, quando o zoom está em 55mm, o “f.” máximo será de 5,6.

Ainda nesse tópico, uma coisa importante para se saber é que, em geral, lentes com grandes aberturas (1.8, 1.4 ou até 1) são lentes melhores, porque permitem uma passagem melhor da luz em condições “não-tão-favoráveis”. Por conta disso, elas tendem a ser mais caras que as lentes mais comuns (que possuem aberturas médias de 2.5 ou 3.5.

PROFUNDIDADE-DE-CAMPO-horizontalAlém da sua importância quanto à passagem de luz, a abertura da lente também influencia na chamada profundidade de campo – aquela coisa de “embaçar” o fundo ou a frente da foto. Ainda vou falar sobre profundidade de campo em outro tópico (porque existem outras coisas que também interferem), mas, em geral, quanto maior a abertura (menor o “f.”), mais fácil de desfocar as coisas. Quanto menor a abertura, a tendência é ter menos desfoque atrás e na frente do seu objeto principal.

O outro ponto desse texto é a velocidade do obturador.

O obturador é um dispositivo da câmera, que fica logo atrás da lente, e impede a luz de entrar até o momento certo (quando o disparador é acionado). Controlar a velocidade do obturador significa controlar quanto tempo este obturador ficará aberto para a luz entrar.

Nas nossas fotos do dia-a-dia, o obturador costuma ficar aberto por micro-segundos – tempos que nós, seres humanos, vamos considerar muito ínfimos. Esses tempos, inclusive, são nomeados como frações de segundo, de tão rápido que são.

Na fotografia, 1/30s a 1/125s de obturador aberto são velocidades consideradas médias na fotografia. 1/40s, por exemplo, é uma velocidade que eu costumo usar muito para fotografar.Velocidade

Olhando por essa perspectiva, 1/15s é uma velocidade bem baixa para quem está fotografando, para ser bem sincera. Uma foto a 1/15s, feita “na mão” tem uma grande chance de sair tremida ou borrada. Uma velocidade de 1s na fotografia é baixíssima, somente recomendada para quando você possui algum apoio para a câmera (como um tripé).

Velocidade alta - baixaEssas velocidades baixas, contudo, são muito interessantes quando queremos dar uma sensação de movimento para as nossas fotos. Quanto maior é a velocidade (ou seja, quanto menor o tempo que o obturador for ficar aberto), mais estática é a foto e menos movimento você tem. Quanto menor a velocidade (mais tempo aberto) maior sensação de movimento e de fluidez.

Um beijo e até a próxima.

Malu Chan

#minhaopinião: Casa Palmer – Licópolis

Sabe aquela coisa que a gente gostou tanto que precisa dividir com todo mundo? Essa é a minha relação com Casa Palmer. O primeiro livro da série (Licópolis) foi lançado em 2015, pela Simone Lore e pela Lud Mills, duas autoras brasileira que eu conheço já tem algum tempo. Eu demorei um tempo pra começar a ler o livro, mas agora que eu finalmente comecei (e já terminei o segundo), estou naquela fase “louca para lançar o próximo”.

Bem resumidamente, Casa Palmer se passa em uma Terra em que, há muitos anos atrás, os vampiros viviam junto dos humanos, escondidos por meio de um feitiço. Um dia, esse feitiço cai e começa uma guerra entre humanos e vampiros – que os humanos perdem.

Atualmente, a sociedade é dividida entre três “castas”: os perenni, que são os vampiros; os durari, humanos que decidiram se aliar aos vampiros em troca de claret (sangue vampiro); e os consumeri, humanos que não fizeram o pacto dos durari, e são usados como alimento pelos perenni. Existem ainda alguns humanos que são considerados “rebeldes”, pois se escondem dos perenni e ainda tentam lutar contra eles.

A história do primeiro livro começa na Casa Palmer, uma das mais poderosas Casas dos vampiros, que é controlada pelo Mestre Andrew. Durante uma festa em homenagem Georg Lion (o mais poderoso dos perenni), os membros da Casa Palmer têm uma discussão com um perenni de outra Casa, que é colocado para fora.

Na manhã do dia seguinte, descobrem que vários Lobos da ilha (o animal símbolo da Casa Palmer) foram mortos por veneno – inclusive os filhotes do casal alfa e a beta que cuidava deles. O principal suspeito é o perenni que ocasionou a discussão no meio da festa.

Licópolis é um livro bem curtinho e bem fácil de ler, apesar de que eu achei que faltou um pouco mais de ambientação na história. Conversando com a Simone no facebook depois, ela me comentou que era para o livro ser maior, mas ele estava ficando grande demais, por isso ela e a Lud resolveram dividir a história no meio e lançar dois livros. Isso me deixou com a esperança dos próximos livros terem mais informações sobre a guerra, os rebeldes e a sociedade deles como um todo.

Outra informação interessante: os personagens principais e vários outros da história são gays – como eu disse, o Andrew é casado com o Christian. A slasher/fangirl que há em mim ficou louca com isso.

Por outro lado, eu achei que tem poucas mulheres em papeis centrais da história. Dos personagens que mais aparecem, você tem uma das senhoras de Casa (que é uma mulher trans, o que eu amei) e uma durari, que não aparecem tanto assim. Contudo, ambas trazem algumas questões profundas e muito legais para a história.

De novo, conversando com a Simone, ela comentou que existe, sim, um motivo para isso, então eu estou ansiosa para ler os próximos livros.

Em resumo: Licópolis é um livro sensacional, com uma história muito envolvente, que eu recomendo demais (tem pra comprar aqui e aqui). É o primeiro livro de uma série que promete muito – inclusive uma guerra que parece que vai ser épica!

Um beijo e até a próxima.

Malu Chan

ASTRO (아스트로)

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Sabe aquela banda que você ouve uma vez e a partir de então parece ser a única coisa que você ouve?

Pois então.

Desde que eu descobri o ASTRO, eu praticamente tive que me obrigar a ouvir algo que não seja uma música deles.

“Olá, meu nome é Maria Luísa e eu sou viciada”.

O ASTRO é uma banda de K-pop, que fez a sua estreia no dia 23 de fevereiro de 2016, tendo sido considerada pela Billiboard uma das 10 melhores novas bandas coreanas desse ano (ficando em 5º lugar). A banda foi formada pela Fantagio Music e seus integrantes foram todos participantes do programa iTeen da gravadora.

Antes do seu “debut” oficial em fevereiro, os seis membros da banda participaram de uma série, “To Be Continued”, que foi ao ar em agosto de 2015 (e todos os seus 12 episódios estão disponível na Netflix, para a nossa felicidade). Além disso, também fizeram parte de um mini reality show, “ASTRO Ok! Ready”, que foi ao ar em janeiro de 2016 e possui 5 episódios. Ambas as produções visavam a divulgação da nova banda montada pela Fantagio.

Eles já lançaram três mini álbuns: Spring Up (em 23/02/2016), Summer Vibes (em 01/07/2016) e Autumn Story (em 10/11/2016).
Mas vamos falar dos meninos, que é o que realmente interessa:

makestar-JINJIN2.jpgJinjin

Nome: Park Jinwoo.

Idade: 20 anos (15/03/1996).

É o líder, dançarino guia e rapper principal.

MJwhatsapp-image-2017-01-05-at-22-18-37

Nome: Kim Myungjun.

Idade: 22 anos (05/03/1994).

É o vocalista principal.

whatsapp-image-2017-01-05-at-22-18-37-1Cha Eunwoo

Nome: Lee Dongmin.

Idade: 19 anos (30/03/1997).

É o vocalista guia, face¹ e visual² do grupo.


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Nome: Moon Bin.

Idade: 18 anos (26/01/1998).

É o vocalista e dançarino líder.

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Nome: Park Minhyuk.

Idade: 17 anos (25/02/1999).

É o dançarino principal e rapper líder.

whatsapp-image-2017-01-05-at-22-18-37-3Sanha

Nome: Yoon SanHa.

Idade: 16 anos (21/03/2000).

É o vocalista líder e maknae³ do grupo.

Como vocês podem ver, eles são todos muito fofos e muito talentosos.

Eu ainda não tinha “entrado” nesse mundo do K-pop, mas agora acho que já não há mais volta. Quero descobrir mais bandas e contar para vocês a minha impressão sobre elas. Então vocês podem esperar que vai vir mais coisa sobre isso por aí.

Um beijo e até a próxima.

Malu Chan

¹ Face = membro mais popular do grupo.

² Visual = membro mais bonito do grupo. É escolhido pela gravadora.

³ Maknae = membro mais novo do grupo.

Teorias malucas sobre séries

Ah, a internet… Esse lugar maravilhoso, cheio de informações, entretenimento e.. gente maluca?

Pois é.

Hoje é dia de falar sobre teorias malucas sobre as séries que a gente tanto ama.

hqdefault.jpg1) A primeira teoria do dia afirma que os Flinstons e os Jetsons passariam no mesmo universo, mas em épocas temporais diferentes. Segundo ela, os Flinstons viveriam em um período “pós-apocalíptico”, após a época que os Jetsons viveram. Isso justificaria, inclusive, a quantidade de coisas “modernas” que eles tinham, mesmo estando na “idade da pedra”.

BÔNUS: existe uma outra teoria por aí que afirma que os dois desenhos passam no mesmo universo e no mesmo tempo. Segundo essa teoria, o apocalipse aconteceu, mas alguns “privilegiados” (como os Jetsons) conseguiram sair da Terra antes do acontecimento. Os Flinstons seriam parte de uma das famílias que continuou na Terra após a catástrofe.

2) A próxima teoria afirma que Breaking Bad e The Walking Dead estariam no mesmo universo. Para o inventor dessa teoria, a metanfetamina azul produzida pelo Walter White breaking-bad-tv-logoestaria crescendo em popularidade ao redor de todos os EUA devido à sua imensa pureza. Porém, seria essa a droga responsável por transformar todo mundo em zumbis.

Dizem que The Walking Dead possui várias referências a Breaking Bad, incluindo o fato de que um de seus personagens dirige um carro vermelho muito parecido com o de Walter White e que é possível ver, na segunda temporada, uma cena com um saco de drogas contendo uma droga azul parecida com a metanfetamina produzida por Walter.

curiosidades-um-maluco-no-pedaco-990x7283) (E agora temos a clássica teoria “estão todos mortos”:) para essa teoria, Will Smith, de um maluco no pedaço, estaria na verdade morto, tendo sido assassinado na briga que ele se meteu na Filadélfia. A casa dos “tios” dele seriam uma espécie de purgatório, em que todos que estão ali precisam pagar pelos seus pecados antes de ir para o céu. O fato da mãe dele aparecer em alguns episódios é explicado como sendo os dias em que ela iria visitar o seu túmulo no cemitério.

4) A minha “teoria maluca” favorita é, na verdade, uma realidade. Ela afirma que Stevendoctor_who_-_current_titlecard Moffat, quando era adolescente (e fã de Doctor Who) acreditava que O Doctor seria a origem do significado da palavra Doctor ao redor do universo. Depois de virar o roteirista principal dessa nova série, ele fez essa sua teoria virar verdade em um episódio no meio da 6ª temporada, onde River Song claramente afirma “(…) Doctor. The word for healer and wise man throughout the universe. We get that word from you, you know, (…)”¹.

5) (E pra finalizar, a teoria que diz que alguém que morreu está vivo:) Ned Stark, de Game of Thrones estaria vivo e a cena da sua morte, no final da primeira temporada, teria sido ned-stark_640x480_71443426196somente uma grande armação. Essa teoria é mais baseada nos livros, já que a cena é contada sob o ponto de vista da Arya, que estaria muito longe do local de execução do pai e teria sido impedida de olhar diretamente para a cena por outro personagem. No texto, ainda, a sensação que a menina tem é de que a voz da pessoa sendo executada não se pareceria muito com a do seu pai e que “o homem ajoelhado perante o Rei era magro, fraco e não se parecia em nada com Eddard Stark”.

Como eu gosto de dizer, tem doido pra tudo nessa vida!

Um beijo e até a próxima.

Malu Chan

¹ “(…) Doutor. A palavra para curador e sábio por todo universo. Nós tiramos essa palavra de você, você sabia (…)”.