#minhaopinião: A Pedra da Luz

O que dizer dessa coleção de livros que é a minha terceira favorita em todo o mundo (perdendo apenas para Harry Potter e O Senhor dos Anéis)?

A Pedra da Luz é uma série de quatro livros, escrita pelo Christian Jacq (o mesmo autor de Ramsés) e publicada pela Bertrand Brasil. A história se passa no Lugar da Verdade, uma confraria egípcia altamente secreta, responsável por escavar as moradas eternas dos Faraós no Vale dos Reis. Somente os artesãos e sacerdotisas escolhidos pela deusa Mâat e aceitos pelo Tribunal de Admissão podem adentrar em seus muros e conhecer os segredos das profissões ali desenvolvidas, que são guardados a sete chaves.

O primeiro volume, Nefer, o Silencioso, conta sobre o pedido de admissão de Silencioso (um filho de um artesão que saiu do vilarejo buscado o chamado da deusa) e de Ardoroso (filho de um fazendeiro que tem o desejo de ser pintor) aos quadros da confraria. Nesse volume também somos apresentados a Mehy, um tenente do exército egípcio, que tem como missão de vida destruir o Lugar da Verdade e roubar a Pedra da Luz, o grande tesouro da confraria.

O segundo volume, A Mulher Sábia, relata a instabilidade política ocasionada pela morte do Faraó e as incertezas que os artesãos passam nesse período. Temos, também, a escolha de uma nova Mulher Sábia – a protetora e mãe de todos no vilarejo.

No terceiro volume, Paneb, o Ardoroso, novamente o vilarejo vive momentos de incerteza, tendo em vista as várias oscilações de poder no Egito. Além disso, suspeita-se da existência de um traidor entre os artesãos, o que pode colocar toda a Obra em risco.

No último volume, Lugar da Verdade, temos um novo mestre-de-obras sendo escolhido pelo Tribunal, além de vários perigos que nascem da urgência de Mehy e do traidor de roubarem os segredos da confraria. Um novo Faraó é coroado e caba ao novo mestre-de-obras manter seus artesãos no caminho de Mâat para garantir a execução da Obra.

Como eu já disse nesse texto: eu amo essa série. Ela tem ação, tem misticismo, tem um toque de realidade e de história – enfim, tudo o que eu gosto num livro. A ambientação (assim como no Ramsés) é muito boa. O leitor tem realmente a sensação de ler algo que realmente se passou no Egito Antigo – mesmo com todas as “manifestações divinas” do texto.

Essa é uma daquelas recomendações que eu faço para todo mundo que goste de ler.

Um beijo e até a próxima.

Malu Chan

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